
Quando chegar ao fim não vou voltar a ler. Estas palavras não morrem, matam! Vim tentar viver, mas em mim me afogo, enquanto a perdida ajuda a todos rogo. Mas fechei-me, sim, numa conchinha muito pequenina, pois tudo o que me toca me dói. Até o céu azul me magoa, pois ele não é meu em dia algum. É, antes, de tanta gente que até o renuncia, tão cegos nas suas contemplações menores. Se nada disto fosse verdade, nunca mais eu choraria, nunca mais eu me perderia nestas divagações em torno de lamentos. Mas, por enquanto, não vejo se não tormentos, um rio de cera gelada que me aponta infortúnios como que a rir, sem me deixar ir em frente para onde estaria mais feliz e amada por mim mesma.
Depois de uma noite de horrores, acordo no mesmo lugar. Não me há-de faltar se não um rio de dor a desaguar na minha triste alma, sempre escrita como quem apaga, sempre uma beleza desafortunada que ninguém afaga.
1 Comments:
Cada palavra tua tem um singnificado tremendo..
D um amor q outrora num foi correpondido, d uma vida q num e vivida...
Mas n fim d contas tu vive-la d melhor maneira...=)
"Depois de uma noite de horrores, acordo no mesmo lugar. Não me há-de faltar se não um rio de dor a desaguar na minha triste alma, sempre escrita como quem apaga, sempre uma beleza desafortunada que ninguém afaga."
Nao te feches n tu aconchinha...
pork eu tou aqui pra te ajudar!
Adoro-t mto sister.
Cat
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