
Morreste-me, Alegria, levada nas asas de um romance, enquanto eu docemente dormia. Havia um sonho vago, um amor triste, uma vida plena de tragédia. Toda a perfeição era apenas dramatizada, tudo cairia quando as primeiras tempestades pronunciassem o meu nome. Grito assustada ao relento, sem contar com o mais pequeno alento. Morreste-me, Encanto, o destino assim te desenhou o fim. Sangue frio corria sobre mim das feridas do que sem sopro estava já. Com quentes lágrimas te tentei restituir à vida, mas o cruel destino nem me concedeu um último beijo de despedida.
Choro a tristeza na qual mergulhei, nada mais me faz respirar. Um solitário e triste fim de cisne em Veneza, sem máscara a ocultar a pesada lágrima do desencanto do romantismo e da vida Os meus dias, dou-os a quem quiser ter mais um, pois não anseio por mais nenhum.
Morreste-me, Vida, os teus lamentos são de verdadeiros sofrimentos que nunca me contaram ternos eufemismos. Mentisses, Vida, seria mais forte no engano, de olhos fechados para uma realidade acutilante, do meu próprio destino despida. De que vale um caminho vazio de alegria, que depois de tanto sofrimento, não leva a lado algum?... Levem os meus dias até não restar mais nenhum.
1 Comments:
Para q servem os lamentos, s nada alteram...aprendi isso contigo.e muito mais!
Es para mim um culto, uma pessoa q eu irei semp admirar!
Adoro-t mt sister
*Cat*
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